terça-feira, 30 de setembro de 2008

Novidade

Para os grandes amantes do futebol brasileiro e internacional, agora temos mais uma opção de leitura sobre o esporte. A "FUT", do grupo Lance, lançado na última semana com um grande conteúdo esportivo, principalmente dando foco ao futebol internacional e com diversas reportagens, sempre com o toque genial da equipe do diário esportivo.
Totalmente colorida, a revista que é mensal, custa R$ 8,90 nas bancas e conta com um conteúdo amplo dividido em 98 páginas. Neste mês, a reportagem de capa foi sobre a vida ao argentino Lionel Messi, o grande craque do Barcelona. A matéria conta desde o seu início na Argentina até a sua chegada e estréia no time espanhol. A reportagem fala da timidez do jogador e seu ótimo relacionamento com os brasileiro Deco e Ronaldinho Gaúcho.
Na revista também tem um ensaio fotográfico "DNA do Futebol Clube" do fotógrafo Ed Viggiani como fotos de quem realmente conhece.
Por fim, a revista faz um balanço dos principais campeonatos do mundo (Inglês, Italiano, Espanhol, Francês e Alemão).
Bom, vai a dica os amantes do futebol e de uma excelente leitura. Também tem o site da revista que é o http://www.futlance.com.br.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Mais do que emocionante




A cada dia, a cada rodada, o Campeonato Brasileiro fica mais embolado e emocionante, melhor para os torcedores que só têm a ganhar com a briga, no bom sentido. Se não for pedir muito, espera-se que esta briga prolongue até a última rodada, imagina que emocionante, poderemos reviver a mesma emoção de quando o campeonato era decidido no mata-mata, que acredito ser bem mais emocionante que o atual. Na corrida pelo título da competição, acredito que três times tem condições claras de brigar pelo título: Palmeiras, que mesmo não tendo uma boa atuação no empate contra o Náutico, surge como principal candidato ao título da competição nacional. A equipe assumiu o topo da tabela com os mesmo pontos do Grêmio. Aliás o time gaúcho vem caindo de produção, ao ponto de tomar de 4 do seu maior rival, o Internacional. Aliás penso que o time tricolor gaúcho não se classificará nem para a libertadores. Já o outro gaúcho, o colorado, é dos times que vejo com chances de ganhar o título. Além da grande vitória, que deu mais fôlego , o time tem um grande elenco e conta com a habilidade dos jogadores Alex e do argentino D’Alessandro, que começou a aterrorizar a defesa dos adversários, que diga a defesa do grêmio no domingo. O terceiro time que vejo como grande candidato ao título é o Cruzeiro. Mesmo perdendo para o São Paulo no domingo, penso que a equipe mineira ainda tem chances de levantar o caneco. Na última vaga para a libertadores, acredito que a briga ficará entre o São Paulo, que ainda está vivo na competição, mas longe do título. O Flamengo que parece estar numa gangorra, oscilando entre bons e maus momentos. E coloco o Botafogo, o time da estrela solitária, como candiato a uma vaguinha no torneio sul-americano. Na zona de rebaixamento, é um risco apontar algum time que disputará a Segunda Divisão. Mas pela incompetência administrativa e dentro de campo, Ipatinga, Fluminense, Vasco e Santos bem que poderiam experimentar o gostinho de disputar a Segundona.

Goleiros são os verdadeiro Ídolos


Outro dia um grande colega, o jornalista Victor Chimenez, pediu para que eu escrevesse sobre os grandes ídolos da atualidade ou jogadores que se destacam nos principais times do Brasil. Na ocasião achei muito interessante, pois para quem antigamente vibrava com gols de Rivelino, Ademir da Guia, Serginho Chulapa, Neto, Evair, Reinaldo, Zico e a magia do rei Pelé, ter como grandes ídolos e vibrar com as defesas impressionantes de São Marcos pelo Palmeiras, a magia de Rogério Ceni, com as mãos e com os pés, a elasticidade do goleiro Felipe do Corinthians, a segurança do goleiro Victor do Grêmio é no mínimo diferente. Daí surge uma dúvida na cabeça dos torcedores, assim como surgiu na minha. Será que é uma tendência, os grandes ídolos agora são os goleiros?
Pois Bem, é indispensável e notório assumir que realmente os nomes dos goleiro citados são atualmente os grandes destaques dos times que atuam, cada um com a sua qualidade e deficiência. Hoje um palmeirense vibra mais com uma defesa de São Marcos do que um gol do artilheiro Alex Mineiro. No caso dos são-paulinos, os tricolores vibram tanto com as defesas quanto com os gols que o goleiro faz.
Sinal dessa paixão pelos arqueiros, são os meninos que brincam de bola na rua. Os corintianos querem ser o Felipe e dar saltos em busca de uma bela defesa. Eles não querem ser Herreira, Douglas ou Morais.
Até a última sexta-feira, eu estava convicto de que cada dia mais os torcedores estavam apaixonados pelos goleiros e que o sentimento passaria de geração para geração, mas um fato colocou a questão em dúvida.
Na mesma sexta-feira, fui levar o filho de uma colega para treinar e chegando lá, pintou a dúvida. Das 20 crianças que esperavam pelo treino, apenas uma se arriscava tomar as boladas no gol. Todos, exceto o goleiro, estavam anciosos para o início do coletivo dispostos a fazer 1, 2, 3,4 ou quem sabe, 10 gols no pobre arqueiro. Vi naquele treino apenas um seguidor da posição, o garoto tentava passes iguais aos de Rogério Ceni, se colocava bem debaixo das traves como Marcos e sem saber se era corintiano ou não, pulava em todas as bolas, assim como Felipe, e como o goleiro alvi-negro fazia defesas espetaculares.
Após o treino, fiquei pensando e cheguei a conclusão. A paixão pelos goleiros estão apenas no coração dos torcedores, pois são poucos os que arriscam ficar debaixo das traves. A molecada quer mesmo é fazer gol.

Pouco Mudou

Outro dia, durante o programa Toke de Primeira, que vai ao ar toda terça-feira no site www.anfutebol.com.br, fui indagado por um dirigente de uma entidade do futebol amador da cidade, sobre qual era a minha opinião sobre o futebol amador. Pois bem, naquela ocasião tentei expressar qual seria a minha visão sobre tal trabalho, mas para o dirigente não ficou muito claro. Então, senti a necessidade de escrever este artigo, afim de emitir a minha opinião sobre o futebol amador.

Após uma semana pensando no assunto, chego a seguinte opinião. O futebol amador indaiatubano faz por merecer o seu nome, ou seja, amador. Mesmo com a criação de uma outra entidade, vejo o futebol da cidade fraco. Vira e mexe nos deparamos com os mesmos problemas vistos nos anos anteriores e consequentemente na outra entidade esportiva.

Só para ser a idéia do amadorismo, listarei alguns problemas que até hoje ninguém, muito menos nenhuma entidade, conseguiu resolver, e que são problemas que acontecem constantemente nos gramados e quadras da cidade.

Falta de policiamento : é certo que indaiatuba não tem uma corporação numerosa para acompanhar todas as partidas, mas pelo menos em alguns jogos, considerados de risco, poderia ter no mínimo um policial, entendão bem, um policial, não uma viatura.

Falta mais pólos esportivos: esse é um problema notório, com o excesso de jogos das duas entidades e pouco espaço para a realização de partidas, outro problema é criado: os constantes atrasos das partidas que prejudicam a todos: árbitros, jogadores, dirigentes e imprensa.

Brigas e individualismos dos dirigentes: como de práxe nos campeonatos da cidade, os brigões fazem questão de se aventurarem nos gramados e quadras da cidade e, responsabilidade que é bom, parece ficar de fora das quatro linhas. Do outro lado, muitos dirigentes de times da cidade não estão preocupados com o futebol indaiatubano, muito menos com a entidade organizadora, que é um patrimônio deles mesmo, mas sim se o seu time vai vencer ou não, é o individualismo surgindo como grito de guerra das equipes.

Para terminar a minha reflexão sobre tal trabalho, não estou aqui julgando qualquer entidade esportiva pelo não desenvolvimento do futebol da cidade, mas sim emitindo a minha opinião. Sem tem algum culpado nesta história, acreditos que todos (jogadores, times, entidades, poder público) tem uma pontinha de culpa.