Outro dia, durante o programa Toke de Primeira, que vai ao ar toda terça-feira no site www.anfutebol.com.br, fui indagado por um dirigente de uma entidade do futebol amador da cidade, sobre qual era a minha opinião sobre o futebol amador. Pois bem, naquela ocasião tentei expressar qual seria a minha visão sobre tal trabalho, mas para o dirigente não ficou muito claro. Então, senti a necessidade de escrever este artigo, afim de emitir a minha opinião sobre o futebol amador.
Após uma semana pensando no assunto, chego a seguinte opinião. O futebol amador indaiatubano faz por merecer o seu nome, ou seja, amador. Mesmo com a criação de uma outra entidade, vejo o futebol da cidade fraco. Vira e mexe nos deparamos com os mesmos problemas vistos nos anos anteriores e consequentemente na outra entidade esportiva.
Só para ser a idéia do amadorismo, listarei alguns problemas que até hoje ninguém, muito menos nenhuma entidade, conseguiu resolver, e que são problemas que acontecem constantemente nos gramados e quadras da cidade.
Falta de policiamento : é certo que indaiatuba não tem uma corporação numerosa para acompanhar todas as partidas, mas pelo menos em alguns jogos, considerados de risco, poderia ter no mínimo um policial, entendão bem, um policial, não uma viatura.
Falta mais pólos esportivos: esse é um problema notório, com o excesso de jogos das duas entidades e pouco espaço para a realização de partidas, outro problema é criado: os constantes atrasos das partidas que prejudicam a todos: árbitros, jogadores, dirigentes e imprensa.
Brigas e individualismos dos dirigentes: como de práxe nos campeonatos da cidade, os brigões fazem questão de se aventurarem nos gramados e quadras da cidade e, responsabilidade que é bom, parece ficar de fora das quatro linhas. Do outro lado, muitos dirigentes de times da cidade não estão preocupados com o futebol indaiatubano, muito menos com a entidade organizadora, que é um patrimônio deles mesmo, mas sim se o seu time vai vencer ou não, é o individualismo surgindo como grito de guerra das equipes.
Para terminar a minha reflexão sobre tal trabalho, não estou aqui julgando qualquer entidade esportiva pelo não desenvolvimento do futebol da cidade, mas sim emitindo a minha opinião. Sem tem algum culpado nesta história, acreditos que todos (jogadores, times, entidades, poder público) tem uma pontinha de culpa.

Nenhum comentário:
Postar um comentário