sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Que vença o melhor


Apesar de brasileiro, serei bem sincero. Não sei para qual piloto irei torcer no GP do Brasil e conseqüentemente dará o título da F1. Por um lado, temos Felipe Massa, brasileiro, e que fez uma ótima temporada, mas fico em dúvida, pois acho que F1 é coletiva, toda a equipe e não um piloto e neste quesito , a Ferrari não merece o título, foram tantas atrapalhadas. Do outro lado temos o inglês Luis Hamilton, o mais jovem dos pilotos, querendo ou não, tornou-se um ídolo para todos os torcedores, independente da nacionalidade, sem falar que merece o título. Ele e a Maclaren. Se depender do primeiro treino, realizado hoje, pode entregar a taça para Massa, mas como no futebol, na F1, treino não jogo, ou melhor, não ganha a prova.

Nada mais do que justo

A Liquigás, patrocinadora do Botafogo, entrou com uma ação contra a CBF na 5ª Vara Cível do Rio de Janeiro. O motivo da ação é a transferência da partida entre o Botafogo e Flamengo do Engenhão para o Maracanã. A intenção da empresa é conseguir uma liminar para que o Bota possa jogar em seu estádio.
A CBF não aceita que clubes entrem com ação na Justiça comum, mas Liquigás não resolveu comprar a briga do Botafogo à toa. Na verdade, trata-se de uma iniciativa da própria empresa, independentemente dos interesses do clube.
Em nota oficial publicada esta semana, o presidente do clube, Bebeto de Freitas, enumerou os prejuízos financeiros que o Alvinegro terá ao não mandar o jogo em seu estádio. Mas a patrocinadora também perderá dinheiro, uma vez que conta com publicidade estática, em forma de placas ao redor do campo de jogo, no Engenhão.
O Alvinegro Carioca segue insatisfeito com a decisão da CBF de mudar o local de realização do clássico. Como mandante da partida, o clube teria o direito de atuar no Engenhão. Porém, a CBF transferiu o jogo para o Maracanã com base na posição da Polícia Militar do Rio de Janeiro, que recomenda que os clássicos cariocas sejam disputados apenas no Maracanã por motivos de segurança.
- Da forma como foi decidido, além de privar o Botafogo de jogar no seu estádio da mesma maneira que todas as outras equipes jogam em suas praças de desportos, acaba sendo também um benefício ao rival, porque é nitidamente uma inversão de mando de campo – afirmou ao site Justiça Desportiva o advogado do Botafogo Aníbal Rouxinol, antes mesmo de a Liquigás entrar na história.

G1.com.br

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Injustiçado

Ontem, assistindo ao jogo entre São Paulo x Botogo, percebi o motivo pelo qual o time da Estrela Solitária não consegue se destacar, muito menos ser um time de ponta no Brasil, apesar de reconhecer o belo trabalho feito pelo presidente Bebeto de Freitas.
Aliás, ser injustiçado duas vezes em apenas um dia não é fácil. A primeira grande injustiça foi a mudança do local do clássico entre o Flamengo e Botafogo, marcado anteriormente para belíssimo e bem estrutura estádio João Havelange (Engenhão), que diga-se tem apenas um ano de uso, para o estádio Mário Filho (Maracanã). Agora eu me pergunto: se um estádio que tem um ano de uso, com excelentes instalações não comporta um clássico, que estádio comportará? O Maracanã, que também é belo, mas há alguns meses atrás pedia-se até a demolição do "Gigante". Lamentável.
Lamento também a omissão do ábritro Sérgio Carvalho, que apitou a partida de ontem. Infelizmente o "Comandande do Apito" não mostra a mesma qualidade vista em outras partidas. O gol mal anulado do Botafogo foi assinalado e depois com total falta de pulso e comando, Sérgio anulou, e o Botafogo tomou o segundo tombo em apenas um dia.